O mundo encantado da imperfeição!

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Não é nada fácil falar sobre algo que é meio óbvio, mas será que os seres humanos já observaram que dentre nós não é possível existir perfeição?
O ano virou e as notícias não pararam (Ken Humano,Barbie Humana etc.), pessoas se matando literalmente, sim é um suicídio pela beleza! Beleza, seja qual for, que jamais será alcançada e isso implica na frase "Não vou parar, enquanto não conseguir o que eu quero.", é meu querido ou isso ou até que a morte bata a sua porta.
Vivemos á séculos a ditadura da beleza, onde a sociedade exige que você siga padrões e isso têm uma consequência terrível, nunca estar satisfeito com quem você é.
Este assunto é bem longo, mas o que eu quero mesmo é alertar sobre a tal Dismorfofobia: o medo de ter o corpo diferente de um padrão!
Segundo a querida Wikipédia. Dismorfofobia, também denominada transtorno dismórfico corporal ou síndrome da distorção da imagem, é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física.Esta fobia de ter um aspecto anormal é observada com mais frequência nos adolescentes, de ambos os sexos, estando relacionada com as transformações ocorridas na puberdade. Pode ocorrer também em adultos (neste caso é mais comum em mulheres, embora homens também sejam acometidos).
O diagnóstico pode ser um desafio, pois na sociedade atual os sintomas são semelhantes a uma vaidade excessiva. Uso exagerado de cosméticos para disfarçar imperfeições, cuidados exagerados com os cabelos, dietas inconsequentes, bulimia, anorexia, exercícios exagerados, uso de roupas que escondem o corpo são algumas das características destes pacientes.
Sua causa é bastante discutível. Pode ser gerada por uma baixa auto-estima, pode ser decorrente de uma infância deficiente de carinho e de aprovação levando a uma autocrítica destrutiva ( reflexo de crítica excessiva dos pais), de sentimentos de abandono, ou mesmo por causas orgânicas, agravados pela grande exibição de figuras humanas padronizadas pelos meios de comunicação.
Na sociedade atual, a forma mais frequente de dismorfofobia é em relação ao peso corporal. Pessoas com peso adequado para sua altura e faixa etária consideram-se acima do peso, submetendo-se a regimes de fome, uso de medicamentos, vômitos forçados e exercícios físicos em excesso.
Outras formas de dismorfofobia consistem em : valorização excessiva de cicatrizes e marcas mínimas e praticamente imperceptíveis ( a pessoa se sente deformada, sente que a lesão é vista por todos e que ela atrapalha sua vida, como consequência evitando sair de casa, ou abusando de maquiagens corretivas), procura doentia por tratamentos estéticos ( cirurgias plásticas, tratamentos de rejuvenescimento), ideação irreal de envelhecimento(uma mulher de 40 anos, por exemplo, que se considera tão enrugada e envelhecida como uma de 70).
A característica principal da dismorfofobia é que a opinião do paciente a respeito de sua própria aparência não é compartilhada pela opinião geral do meio em que vive. No entanto, o paciente não enxerga que ele é absolutamente normal, e insiste em sua ideação de inadequação física, resistente a argumentações.
Fiquem atentos, e não caiam nessa louca procura pela beleza afinal a beleza já existe basta apenas encontrar um espelho e você vai ver, e se mesmo assim não consiga encontrar lembre-se existe alguém perfeito e você é a cara dEle (Deus).


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